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Muitas empresas B2B, ou seja, aqueles negócios que não vendem para a grande maioria do público e têm espaços segmentados para comercialização de seus produtos/serviços, costumam alegar que não empregam assessoria de imprensa porque não atuam diretamente com o consumidor e, portanto, a mídia não teria maior interesse em suas atividades. Mas hoje há uma imprensa especializada e subespecializada em empresas B2B, extremamente desenvolvida, pujante e sempre à procura por informações sobre seu segmento de atuação.

 

De fato, nenhum empresário vai a um supermercado, por exemplo, para comprar uma embalagem para o seu produto industrial. Um fabricante de sacolas plásticas para supermercados, por exemplo, tem como público-alvo o supermercado, e isso tem de ser bem claro. O setor B2B ou Business to Business trabalha com bens que não são de consumo, ou seja, são artigos, equipamentos, serviços, matérias-primas ou mercadorias desenvolvidos para um negócio empresarial. Há um público-alvo bem definido, que é aquele que consome uma peça, um componente, um aditivo, ou outras necessidades de produção.

 

Algumas agências como a nossa ou outras empresas de serviços acabam se especializando nesse segmento e isso gera mais tranquilidade na operação com o cliente, porque é sustentada por uma expertise muito mais definida, e uma vivência e cultura organizacional bem ajustadas ao B2B. Tendo como exemplo o segmento de embalagem, hoje há disponíveis várias revistas que ‘conversam’ com esses leitores e internautas periodicamente. Como alguns exemplos, podemos citar a Revista Pack, Revista Embalagem & Marca, ou a Revista EmbaNews, sem contar com uma imensidão de portais e agências de notícias especializadas nessa área. Consequentemente, não se pode falar com um consumidor de produtos triviais da mesma forma que um consumidor de produtos de engenharia.

 

O trabalho de assessoria de imprensa fica mais fácil no B2B, quando há notícias direcionadas para aquele público-alvo que suprirão a demanda informativa do setor, porque cuidam especificamente do público de embalagem. Assim fica muito mais fácil para ‘manusear’ e produzir informação, levando-se em conta principalmente as características do veículo.

 

A assessoria de imprensa B2B tem maior facilidade em setores característicos, porque procura entender mais profundamente o mercado no qual o cliente está inserido, a linguagem corrente, o glossário ou jargão, os conceitos básicos, e muitas vezes as manias, desejos e até temores. Ela pode ter a facilidade de certa forma de já ter tido contato com um público-alvo bem definido e direcionado. Há também questões como um segmento industrial ou de serviços, que são idênticas ou iguais ao do outro.

 

Um cliente B2B dificilmente vai ter uma matéria que interesse, por exemplo, aos grandes portais ou jornais. Supondo, que um grande investidor tenha comprado uma fábrica na Alemanha ou que tenha desenvolvido uma nova tecnologia ou que participou de uma fusão, aquisição ou que aplicou uma soma em um novo maquinário avançadíssimo, tudo isso poderia ser pauta de investimento ou economia e negócios, e neste caso é possível pensar em publicações de longo alcance. Mas cada caso tem suas peculiaridades e há muitos detalhes a serem ponderados.

 

Em geral, quem tem um negócio B2B tem preferência pelas mídias especializadas e focadas no seu negócio. Ele quer se comunicar diretamente com aquele público do seu universo, porque pode gerar mais negócios ou melhorar sua imagem corporativa. Então é muito difícil, por exemplo, ler-se uma notícia de um lançamento de um produto B2B no Jornal O Estado de S.Paulo e menos ainda de uma embalagem. Em contrapartida, nas revistas EmbaNews ou Embalagem & Marca é bastante comum aparecer notícias de novas embalagens direcionadas para públicos específicos, públicos novos, além de outros mercados. 

 

No ambiente business to business não há tanta preocupação com o entendimento de termos técnicos ou de trocar a mensagem em miúdos aos leitores/internautas, como acontece no jornalismo de massa, o qual obriga que todos os textos sejam absolutamente compreendidos pela imensa maioria dos consumidores do veículo. É uma questão de expertise, direcionamento e comunicação B2B que se use a linguagem própria da especialidade em que se atua.

 

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